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PSOL entra com uma representação contra prefeito de Bayeux no MPE
BETH TORRES
O PSOL ingressou na tarde de ontem com uma representação para instauração de procedimento investigatório, junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE), contra o prefeito de Bayeux, Jota Júnior (PMDB), pela suposta distribuição de cestas básicas e colchões com fins eleitoreiros. Na ação, o partido destaca que no ano em que se realiza eleição, fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública e que o gestor municipal estaria infringindo essa determinação legal. Por isso, a legenda pede, entre outras providências, que o prefeito seja cassado e torne-se inelegível. Segundo informou o advogado do PSOL, Evilson Braz, a distribuição das cestas básicas e dos colchões está sendo realizada em quase todos os bairros da cidade com o auxílio de veículo da frota oficial do município. Ele destacou os bairros do Sesi, Imaculada Conceição, Rio do Meio e Alto da Boa Vista. Na representação é alegado que o ato tem a finalidade de “garantir a reeleição do atual prefeito”. O partido afirmou na representação que o gestor Jota Júnior, através da Secretaria de Ação Social, mesmo sabendo das vedações impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em período que antecede a eleição, vem realizando a distribuição de cestas básicas. Para provar o fato, são anexadas ao documento fotografias da suposta distribuição. Na peça, ainda são apontados endereços que estariam servindo como ponto de apoio para a suposta distribuição e pessoas que teriam sido beneficiadas pelos produtos doados. De acordo com a representação, o ato de distribuição com fins eleitoreiros fica caracterizado como improbidade administrativa. O PSOL pede a participação da Polícia Federal nas investigações e que o Ministério Público Estadual acompanhe se foi ou está sendo realizado algum ato, pela administração, que esteja desobedecendo as regras eleitorais. Em março, o PSOL encaminhou ao Ministério Público Eleitoral denúncia sobre a suposta distribuição de cheques que estaria sendo feita pela Prefeitura de Bayeux. Na representação, a legenda pediu a instauração de um procedimento investigatório para apurar a distribuição desses valores que variam, segundo a denúncia, de R$ 294 a R$ 300. A reportagem procurou o prefeito Jota Júnior para comentar a denúncia, mas ele não foi encontrado.
Oito auxiliares de Ricardo Coutinho devem deixar cargos até amanhã
BETH TORRES
Pelo menos oito auxiliares diretos do prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB), devem deixar a administração municipal até amanhã, prazo final para que secretários municipais e estaduais, que pretendem concorrer aos cargos de vice ou prefeito, no pleito de outubro próximo, deixem os cargos. O gestor socialista confirmou ontem à tarde a saída, mas não a quantidade e nem os nomes dos que deixarão a gestão. “Alguns devem sair, sim, mas não tenho ainda a lista”, disse. A nomeação dos substitutos sairá no dia seguinte à desincompatibilização. Apesar do mistério feito em torno dos nomes, a reportagem do JORNAL DA PARAÍBA apurou que podem deixar o governo os seguintes nomes: o chefe de gabinete, Edvaldo Rosas; a secretária de Saúde, Roseana Meira; o secretário de Finanças, José Edísio Souto; o secretário de Planejamento, Luciano Agra; o secretário de Comunicação, Nonato Bandeira; a secretária de Habitação, Emília Correia; e o secretário de Ciência e Tecnologia, Simão Almeida. A reportagem ainda apurou que o procurador-geral do Município, Gilberto Carneiro, deverá deixar a gestão, mas para comandar a parte jurídica do candidato a reeleição. O secretário de Articulação Política, Antônio Barbosa, confirmou que existem discussões no que se refere aos oito nomes, embora não tenha havido ainda nenhuma definição, pelo menos não até o final da noite de ontem. Ele disse acreditar que nem todos esses secretários deixaram a gestão. De acordo com Barbosa, a definição sairá na última hora e partirá da escolha pessoal dos gestores e das definições tomadas pelos partidos políticos que os gestores fazem parte. A única saída oficial é a de Edvaldo Rosas. De acordo com Antônio Barbosa, os secretários devem deixar o governo, porque os partidos que integram a base de sustentação de Ricardo querem deixar à sua disposição opções para a escolha do vice, a exemplo de Edvaldo Rosas que já foi colocado como opção pelo próprio PSB, partido do prefeito. “Os partidos estão dialogando muito sobre isso”, comentou. Apesar de todos esses nomes serem apontados como “bons quadros” para ocupar a vaga, fala-se que muitos deles sairão, na verdade, para trabalhar na campanha de reeleição do prefeito Ricardo Coutinho.
Mantega reafirma que inflação ficará dentro da meta
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da Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, citou hoje (4) números do mercado que indicam que a inflação deve crescer até o final do ano, atingindo 5,4% pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). "A previsão do mercado é de uma certa aceleração gradual, mas sem sair das metas estabelecidas pelo governo", disse.
Mantega fez um panorama macroeconômico do país durante balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em Brasília.
O centro da meta da inflação estabelecido pelo governo é de 4,5%, mas pode variar dois pontos para cima ou para baixo. O ministro enfatizou que, embora o mercado estime uma inflação anual de 5,4% pelo IPCA, que é o índice oficial escolhido pelo governo para o cálculo da inflação, o índice ficará dentro da meta.
Na sua perspectiva, a inflação, de certa forma, deve gravitar em torno do centro da meta, devido às pressões da inflação mundial, que também atinge o Brasil e que faz com que o governo tome medidas de precaução.
"A taxa de inflação deverá gravitar em torno desses 4,5% podendo ser um pouquinho maior, mas sempre dentro das metas", afirmou. Mantega também disse que a taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) deverá estar em torno de 5% em 2008. De acordo com o ministro, o que foi verificado no primeiro trimestre é que a taxa de crescimento continua "robusta" e a economia crescendo, perfeitamente "habilitada a atingir essa taxa de 5% até o final do ano".
Mantega avaliou que, apesar da alta das commodities agrícolas, metálicas e energéticas e de problemas econômicos vividos por vários países do mundo, o Brasil está tendo "um resultado positivo" no controle da inflação.
Segundo ele, a inflação mundial cresceu dois pontos percentuais nos últimos dois meses. "O Brasil está abaixo da média da inflação mundial. Enquanto vários países se afastam de suas metas [de inflação], o Brasil não só manteve a meta como está abaixo", afirmou o ministro.
De acordo com Mantega, praticamente todos os países emergentes importantes, como Chile (4,5%) e África do Sul (3,8%) estão acima de suas metas para inflação. Apenas o Brasil e o Canadá, disse Mantega, estão dentro de suas metas. "Mesmo com os problemas internacionais, o Brasil se mantém dentro da meta mesmo com a economia aquecida", acrescentou o ministro.
Ainda segundo o ministro da Fazenda, do ponto de vista macroeconômico, o PAC está cumprindo todas as suas metas.
Ele disse ainda que a meta de superávit primário de 3,8% do PIB será facilmente alcançada, o que permitirá que o governo consiga fazer mais 0,5% de poupança fiscal, excedente que deve ir para a formação do fundo soberano. "Quando [o fundo soberano] existir, a poupança vai para ele, enquanto ele não existir a poupança será feita de todo jeito. Está sendo feita", afirmou.
Mantega estimou ainda que a realização do PPI (Projeto Piloto de Investimento) deva chegar a 0,5% do PIB e que a dívida pública continue em queda, fechando em 41% do PIB. A previsão de gastos em obras do PPI, para este ano, é de R$ 13,8 bilhões, investimento que pode ser abatido do superávit primário, a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública.
Hoje, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central define a taxa básica de juros (Selic). Previsões de mercado indicam que a taxa passará dos atuais 11,75% para 12,25% ao ano.
O Brasil é o maior país cristão do mundo, mas parece que não está dando a mínimapara o ensinamento de Jesus, pois é o Brasil que tem uma grande concentração e riqueza, sendo que a mensagem do cristianismo e a igualdade esta sendo deixada de lado pelo cristianismo brasileiro que não percebe a grande desigualdade social existente no nosso Brasil, pois o Cristo disse “eu vim para que todos tenham vida e tenham em abundancia” sendo assim com tamanha desigualdade ocristianismo brasileiro não aprendeu direito o ensinamento do catecismo,o exemplo do Cristo que foi crucificado por tentar transformar uma situação de dominação e exploração que viviam as pessoas da antiga Roma,sendo que o Brasil tem milhares de pessoas que não tem acesso a terra água e nem comida para supri as suas necessidades.
Com isso esquecemos que Jesus lutou e moreu por está ao lado dos oprimidos pelo sistema vigente, ai nos perguntamos se realmente podemos dizer que somos cristãos verdadeiros e seguimos os ensinamentos de Jesus, ou se só queremos um Jesus que acomode nossa necessidade e desprezamos o libertador dos oprimidos e injustiçados, será que só buscamos uma realização pessoal e esquecemos a luta da comunidade e dos mais necessitados.
A missão não é apenas para liberta a alma dos mortos que já foram vitimas das injustiças, mas sim para dar dignidade aos vivos e oprimidos de um sistema o qual já são refém, e que sobrevivem nos lixões sem ter uma perspectiva de vida melhor.
Será que nós não estamos jogando as “perolas aos porcos” como disse o próprio Jesus,na hora que ficamospresos a nosso comodidade e deixamos o nosso irmão sofre,lutando apenas pelos mortos para não incomodarmos o grandes poderosos,ou sejaquando nos juntamosa eles para suprimos nosso individualismo e matamos a oportunidade do outro ter um vida digna,ou seja esquecemos que estamos impedindo das crianças irem até Jesus e que foi ele próprio que disse “ deixai vim a mim as criancinhas por que delas serão o reino do céu”e vemos que estas não tem educação,alimentação,moradia e tantas outras coisas,por isso precisamos liberta em nós o Cristo defensor dos pobres e oprimidos,enfim a conversão é também para mudar a realidade de todos e não só a nosso,por isso deixo a pergunta será que diante de tantas injustiças nós que dizermos ser cristão estamos realmente convertidos,ou estamos apenas fingindo seguir o passos se Jesus.
Observando a necessidade de termos uma melhor atenção na questão do avanço significativo que tem tido nos ultimo tempo à religião do protestantismo na década de noventa e tendo em vista a falta de estudo no que se refere a essa questão resolvemos analisarmos um pouco da historia desse grupo de pessoas que buscam de uma forma diferente do tradicional ter a sua relação para com Deus. O que nos chama atenção e para mostramos o que traz essas pessoas que vinha de uma outra forma de fé a buscarem uma mudança radical na sua vida apenas em troca de uma religião, por isso vemos a falta de uma maior referencia de leitura para a população de uma forma diferente, sendo que os relatos escritos quase todos são de determinação das próprias congregações que hora existem no Brasil e no nosso caso na cidade de brejo da cruz a qual vai se o campo de pesquisa.
Sendo que esse tema ainda não tem uma divulgação maior nos relatos históricos da cidade, e nosso objetivo e mostra para a população qual é o verdadeiro sentido do protestantismo e como as pessoas vão ao encontro dessa nova forma de se ter contato com Deus fora de uma visão religiosa e de caráter histórico sem ter de fazermos uma analise ligada a nem uma forma de religião e também para que esse trabalho possa ajudar a construir a história da religião protestante na cidade e na Paraíba tendo em vista a grande falta de documentos para finalidade de pesquisa, o trabalho vem preencher uma lacuna para toda a população que ainda não tem uma contato com a literatura histórica dessas pessoas que rompem com uma forma tradicional de se cultuar a Deus.
Nossa pesquisa serve para registrar os marcos que levaram milhares de pessoas nos últimos tempos a buscarem uma nova forma de religião e a defenderem de maneira perseverante essa nova forma de vida, qual deve ser o objetivo pelo quais essas pessoas mudam suas forma de vida e pensamentos para essa nova fase, por isso precisamos ver de todos os lados às reflexões que são construídas para a população que só tem a construção dessa história na visão da religião tradicional ou na que é fabricada pelos próprios evangélicos, sendo que não podemos mais deixar de lado esse fato que hora e marcante dentro da sociedade brasileira e também aqui em Brejo da Cruz, assim devemos tiramos os rótulos que são colocados por esse que tem medo de entra num discurso mais profunda a respeito do tema para um melhor esclarecimento da população.
Portanto e nessa visão de informar e construir uma fonte maior de pesquisa para as gerações futuras a respeito desse avanço que hora acontece nessa sociedade do século vinte e um, que mediante a tantos avanços ainda se volta para uma forma de religião que nasce para se contra por a uma forma tradicional de cultuar a Deus, mas que tem um preço para a liberdade do homem mediante a sua atuação em relação às coisas que hora o mundo oferece, por isso necessitamos registra esse fator com uma urgência tamanha para que não deixemos esse espaço na construção de uma história sem ter grande influencias ou que este registro seja feito apenas para defender os interesses de uma ou de outra denominação religiosa.
Observar e registra o que leva o indivíduo a esse fator e darmos uma grande contribuição para a construção da história, por isso busca esse tema para uma maior colaboração a sociedade diante desse fenômeno que afeta diretamente o modo de vida da população de todo o Brasil e especial a população de Brejo da Cruz que hora pesquisamos, esse e nosso objetivo para pesquisamos a respeito desse tema que e tão pouco debatido dentro da sociedade
Observando a trajetória do protestantismo dentro da sociedade atual e também na cidade de brejo da cruz podemos perceber que estes tiveram um grande avanço nestas ultimas décadas muito significativo, ou seja, os fieis protestantes deixaram de serem uma parcela tímida dentro dessa sociedade, agora eles já estão tendo a atenção de todos na questão de serem fundamental em uma decisão, pois os protestante tem uma forte presença o que desperta a curiosidade do comercio e também da classe políticaque buscam terem ao seu lado essa parte da população que hora expressam sua fé de uma nova forma.
Nesta sociedade que prega muito o imediatismo como uma forma de ser e supera todos os problemas foi um campo fértil para essa expansão dos protestantes que dão essa oportunidade para seus fieis, ou seja, dentro do protestantismo as igrejasvalorizam muito o discurso da prosperidade como algo fundamental para a sua sobrevivência, vendo que esta formula vem dando certo e conquistando um enorme campo para as igrejas em todo os locais para termos uma idéia no ano de 1991esse numero era de 13,1 milhões de fieis protestantes hoje esse numero chega a 26,1 milhões segundo consta no ultimo senso brasileiro, portanto vemos ai uma duplicação em 9 anos do numero de protestante no país muito rápida , o que vem demonstra essa busca por uma religião que ofereça uma oportunidade de se ter sucesso econômico, social e pessoal logo, ou seja tem uma solução de imediato para os problemas enfrentados por essa pessoa,sendo isso percebido pelo protestantismo ele começa a dar grande ênfase neste sentido dentro dos meios de comunicação e a toda hora estão passando o testemunho e pessoas que tiveram segundo eles seus problemas resolvidos depois terem freqüentado as igrejas.
Sendo assim a cidade de brejo da cruz também não ficou fora desse avanço repentino que teve o protestantismo que inicio dos trabalhos na cidade tinha um número bem reduzido de fieis sendo que todas as igrejas juntas chegavam apenas a terem 90 seguidores, sendo que hoje os protestantes somando todas as igrejas jantas já têm em torno de 420 fieis. Veja o relato de um fiel a respeito de sua mudança de religião.
Passei para o protestantismo depois de ouvir sempre o programa do mesmo na rádio transnacional de um pastor que não lembro o nome agora ai tomei gosto pela religião e procurei os protestantes e aceite participar (RAIMUNDO).
Dentro dessa questão que vemos a importância dos meios de comunicação na busca por novos fieis, mesmo que seja em outro estado ou até em conquiste para outras igrejas.
Ainda na questão dos depoimentos temos mais um relato de uma pessoa por nome de Maria Linhares “busquei o protestantismo por que estava num momento de dificuldades e encontrei o apoio necessário para a minha filha que estava doente na oração e ela conquistou uma melhora” quando vemos esses depoimentos percebemos que as pessoas não estão preocupadas com a situação religiosa mais sim com a solução para o seu problema, assim se trocam de credo religioso apenas par ganhar uma melhora na sua situação, ou seja, buscarem os seus objetivos e não terem um contato maior o vivencia religiosa desse modo são vários os discursos construídos a parti desses testemunhos, que vai fazendo a cada dia o aumento da religião protestante.
Varias pessoas já deixavam bastante presente no seu dia –a – dia que essa forma de deixar de lado a presença de deus dentro da sociedade que já começava a matar realmente deus no na sua vida e colocando a questão da razão na avaliação das coisas que antes era verdade absoluta inquestionável passa agora a ser pesquisada e analisada pelo uso da razão.
“( jock of broad scoltland), foi condenado a forca por negar a divindade decristo, a existência do espírito santo,da alma do homem,do paraíso e do inferno,ou,ainda, que as escrituras constituía a palavra de deus.não acreditava ser pecador,nem que a oração possuísse qualquer eficácia.(..) pois deus era muito ganancioso.”( hill:209)
Neste momento já esta bastante difundida o desaparecimento de deus na ação e transformação do mundo e dos pensamentos religiosos começam assim a serem visto com mais precisão a questão do uso da razão que cada dia ganha mais espaço dentro do meio intelectual que ver as religiões apenas como forma de buscarem espaços na sociedade em que a razão é a principal fonte de poder e ascensão das pessoas que fazem uso da mesma como uma forma de prevalência da verdade mediante uma mentalidade cristão, de um deus que aliena as pessoas para ditar sua forma de construir um mundo sem o uso da razão e só simplesmente através da religião e da palavra de deus foi manipulada para atender vontades religiosas e determinadas pessoas que tinham o dom do conhecimento.
“(... ) a linguagem, o simbolismo e o costume de 1789 são puramente não cristão,se deixarmos de considera alguns esforços arcaico- populares para a criação de cultos a santos e mártires, análogos aos antigos cultos, em honra de heróis (... ) o idioma daquelarevolução se transformou na linguagem geral de todos movimentos(... )” hobsbawm:307,1997
Sendo que o homem no seu uso da razão deixa deus de fora de suas idealizações faz com que essa sociedade cristianizada busque entra em desputa fazendo propagando ruim para os que pregavam o uso da razão como uma forma de libertação de um deus que na verdade nunca passou de construções de meia duza de pessoas que pretendiam cm o uso da fé num ser inreal conquistar vantagens próprias das demais pessoas. Também podemos observar que a bíblia já vinha sendo usada por alguns como a causa de todos os males gerados dentro da Inglaterra.
Portanto deus agiu na historia da humanidade até o momento em que não tínhamos o uso da razão, que fez com que as pessoas tivessem certas precisam no modo de como foi construído a historia da humanidade e todos os fenômenos da natureza que durante muito tempo o mito estava em torno da palavra de deus que ao invés de unir destruiu várias vidas, cidades inteiras brigaram por sua causa, todos esses fatos mostra que deus foi uma invenção do homem para resolver os problemas que até o momento não tinha solução nem muito menos explicação durante muito tempo quando esse usa a razão ver que não necessita mais de um mito para explicar as transformações da sociedade. ”(deus não e nada além de um pequeno sopro e todo mais que o homem imaginar (...) deus e nos mesmo GINZBURG 41)” sendo assim vemos que deus é fruto de uma imaginação bastante fértil de algumas pessoas que querem manter uma ideologia de vida baseado no privilégio de um e na miséria dos outros por isso dizemos que a bíblia foi nada mais de que uma criação do homem seno assim ele também criou o próprio deus.
No período contemporâneo principalmente no século xix houve grandes mudanças dentro da sociedade que troca muitos de seus pensamentos tradicionais por novas formas de pesar, sendo que durante muito tempo o único meio para controle do pensamento era a igreja que detinha a única forma com a qual o homem podia liberta-se que era conhecimento, quando esse conhecimento começou a chegar às demais pessoas fez com que elas começassem a questionar o forte controle da igreja na vida das pessoas através do nome de deus, que muitas vezes era usado para defender ideologia dos próprios comandantes da igreja que usava da palavra deus para conseguir seus objetivos dentro da sociedade que era totalmente obediente a esse deus que só deixava suas benevolências para os reis e os ricos proprietários e terras.
Quando se usa a razão fica claro que deus não é quem vai mudar a história da humanidade e sim o posicionamento de cada pessoa dentro da sociedade por isso deus é um ser parasita que necessita da vontade do outro para poder chegar a mudar a história, ou seja, deus só existe se alguém fizer a ação em nome de deus, ou seja, deus depende da atitude de um outro ser para provar sua existência o que deixa esse sem uma forte confiança na existência de um deus todo poderoso, mas que necessita da vontade de um outro ser para dizer que existe dentro dessa sociedade, que de há muito já começavam a despreza a religião e a pessoa do próprio deus na figura dos padres e em muitos lugares na figura dos pastores, ou seja, já havia um grande questionamento dentro da sociedade intelectual do século xix no que se trata da questão daexistência de deus, pois o homem já tem um grande conhecimento a respeito de todas as coisas existente no mundo o homem não necessita mais de deus para fazer o tratamento de uma pessoa e sim de suas pesquisas e observação do mundo para que possa mudar sua realidade.
Além dessas tensões de classe, ou expressando-as, existia uma tradição plebéia de anticlericlarismo e irreligião. Para não recuarmos muito no passado: os lolardos, no começo do século xvi, desenvolveram uma versão popular das heresias de johnwyclif.(HILL:42)
No entanto com o passar do tempo esse conhecimento começa a modelar a forma de pensar das pessoas para que estas tivessem um repudio pela religião como um todo principalmente quando essa fosse à religião oficial, sendo que neste momento já se tinham pessoas que negavam à existência de deus dentro da nova sociedade que estava sendo formada na base de uma revolução bastante renovadora que já mais poderia comungar com a relação de dependência a um ser invisível dentro da comunidade, assim a negação de deus já estava a muito sendo divulgadas dentro da sociedade à medida que os homens iam construindo as suas fontes de saberes iam deixando a questão religiosa e da existência de um deus para lados diferentes em mundos muitos estranhos, para toda a comunidade do século xix que e pega de surpresa com o tipo de ideologia de que cada homem a partir de agora e o próprio deus e que vai trabalhar para destruí pela chegada da letra dentro dessa sociedade as formas de um deus invisível. ”O soberano (...) possui o poder para decidi sobre o estado de exceção. A soberania não é uma formula abstrata senão a capacidade de um determinado ator”. (leis: 6 ) sendo assim fica claro que as mudanças neste momento já esta bastante definidas para o meio intelectual que não ver mais vantagem na divulgação de realizações de um deus que não tem poder para realizar as modificações a qual necessita a sociedade, sendo necessário buscar um outro ser concreto para fazer o trabalho em seu nome.
Os coronéis ficaram muito amedrontados com o processo de avanços nos meios tecnológicos que deixava a relação de dependência muito decadente e começava a tira o contato direto que o coronel tinha com a população, mas mesmo assim os coronéis começaram a se utilizarem desses meios para não perderem o seu controle da população e não verem seu poder cair por terra. Os coronéis que eram acostumados a um mundo fechado e sem muita tecnologia agora se defrontam com um mundo cheio de novas formas de se ter o controle da população isso dificultava para o coronel ter o controle absoluto dos votos e as pessoas agora vão ter uma maior presença de novas fontes e opções para se ter o controle das pessoas, assim o coronel vai ter que sair do seu mundo fechado, as escolas já estão chegando a esses lugares e os filhos dos coronéis não mais vão ter que irem lutar com o gado e sim vão para a escola buscar uma formatura na área de medicina ou de advocacia, os coronéis aos poucos vão procurando se apoderarem desses novos meios que hora chegam ao Brasil e o nordeste, ou seja, o coronel e obrigado pela situação a fazer uma aderência a essa nova forma de se fazer política e de se ter um relacionamento com menos dependência, vendo toda essa situação o coronel começa a fazer uso de seu controle para se beneficiar desses novos avanços e também se esconder um pouco de sua velha forma de controlar a situação tendo em vista que já tava muito exposto pelos novos meios de comunicação.
(...) apropriando-se delas, liderando-as. Tornaram-se, assim, os veículos de transformações que determinaram por destruir as próprias bases de sua sustentação. (VILAÇA, 2003:27).
Vendo assim podemos observar claramente que os coronéis usaram as novas tecnologias para se desfazerem de sua política que já começa a ficar em decadência e mediante a o radio e as indústrias poderem ter um controle não tanto como dava a terra, mas, usaram as indústrias o radio para beneficiar as suas famílias, para que dessa forma o coronel o seu apadrinhado político não tivesse uma forte decadência. O coronel vai abri as portas do seu local de dominação sob uma forte pressão do poder econômico, mesmo o coronel sabendo que a aceitação desses novos métodos lhe custaria muito cara, mas era a única saída para este ter a sua influencia política mantida em seu mando político. O coronel vai usar todas as formas para poder penetra nessa nova forma de poder, devido a esse meio fazer muita vez uma imagem que não era de agrado do coronel. “(...) o rádio (...) decantando seus feitos,seja com admiração e complacência,seja com desprezo e deboche, multiplicaram sua fama (...)” (VILAÇA. 2003:28).
Assim podemos dizer que o sertão nordestino não ficou de fora do avanço tecnológico que veio para o Brasil, mas essa tecnologia chegava de maneira bem concentrada o que continuava a dificultar a vida da população mais pobre que teriam de ficar de novo a mendigar a ajuda de um rico para pode ter acesso a essa nova tecnologia que como nos moldes do antigo coronelismo só favorecia os mais ricos essas estradas e construções de açudes, para o nordeste não mudaram em nada a vida da população carente que ficar a ter que ser dependente do coronel para ter sua água par ter sua ajuda no período de estiagem, vejam o que diz a literatura a respeito dessa relação do coronel com as inovações tecnológicas.
De um lado, se e verdade que a irrigação de alta produtividade atesta a viabilidade da agricultura e do desenvolvimento nos sertões ressequidos, ela apenas vem acentuando ali o contraste entre a riqueza possível a alguns poucos e a pobreza a que a maioria parecia condenada (...) (VILAÇA, 2003:31).
o coronelismo e sua releção com os meios tecnologiocos
A situação econômica do nordeste estava passando por uma forte crise no século xx a Paraíba não era diferente também teve sua decadência, estávamos em uma republica, mas apenas algumas pessoas podiam participar ativamente dessa republica que há anos era esperada, nos municípios apenas uma família controlava os destinos de todas as demais e uma parte de seus agregados desfrutavamdos benefícios, ou seja toda riqueza estava sob o domínio de um coronel,sendo assim a concentração de terras que era a principal fonte de renda e que ficava apenas nas mãos dos coronéis em cada município o região. Que tinham juntos de se uma serie de pequenos agricultores que dependiam dessa terra para tirarem seu sustento e também serem amparados, terem um teto.uma das características dessas pessoas nos arredores dos coronéis eram de muitapobreza, sendo que essas pessoas tinham o coronel como sendo uma pessoa bem afortunado e que ele era a pessoa que estava pronto para lhe socorre na hora da precisão.
Com efeito, já ia longe o tempo em que a Paraíba se alinhava entre as regiões mais prosperas do país. Na passagem do século xix para o século xx, a situação era completamente inversa. Data daí como riqueza que escasseava somente faria sentido se concentrada em poucas mãos. (MELO, 1997:143).
E a parti desse momento que os coronéis verem uma saída para continuarem com suas aparências de um latifundiário que não estava em decadência, ou seja, usar sua influencia perante os mais pobres para tira proveitos próprios e assim esconder a sua derrota frente o poderio econômico do sul, vendo os coronéis que sustentar a população com uma misera poderia lhe render muito lucro, eles começam a se aproveitarem da ineficiência do estado na fiscalização dos recursos públicos, para cada dia deixar mais forte sua força perante a população e ter subsídios para cobra que os recursos destinados ao município fossem controlado por ele, assim nasce uma união perfeita entre o governo que queria foto e não ter que se preocupar com a administração das cidades e o coronel que necessitava de dinheiro para sustentar seus privilégios e também sua forte rede de compadrios e agregados, é importante lembra que os pobres não tinham esse pensamento de que os coronéis estivessem em um momento de decadência, pois eles ainda não tinham o conhecimento das mudanças que estavam chegando ao Brasil e principalmente que havia o surgimento de uma nova classe de dominação econômica que era a burguesia, mas isso não tirava da cabeça da população pobre que o coronel fosse uma pessoa bastante rica, tendo em vista que o pobre não tinha dinheiro nem para compra o remédio para o filho e corria para o coronel, que dava o seu sustento, ou seja, mantinha toda a sua vida em um meio onde tudo era escasso tendo o camponês apenas a figura do coronel para buscar ajuda.
O governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), foi um governo que teve um apoio muito forte dos partidos maiores no cenário político brasileiro, é importante dizer que o FHC construiu sua planta forma de campanha mediante a criação do plano real no governo de Itamar Franco como Ministro da Fazenda, a coalizão para eleger a residente foi formada com o PFL, PTB, PPB, PMDB e parte do PL, estes foram os partidos que deram sustentação ao governo de FHC, no seu 1º mandato, um dos itens do seu governo foi a questão de um política neoliberal onde o estado deveria se afastar o máximo da economia para deixar os empresários controlar esse setor, como uma forma de ser melhor para a população. No lado da oposição ficou o PT e o PC DO B, os quais eram contrario a essa posição de atual governo sendo que esses dois foram quais 100% de oposição no período de 1994 a 19998 diante da atuação do programa de governo do PSDB.
Os partidos da coalizão foram muito importantes para que o governo coloca-se em pratica o seu plano de uma política neoliberal, pois fazendo a analise de trabalhos referentesa essa atuação vemos que sem eles o PSDB não faria essa reforma divido terem apenas conseguido o seu partido poucas cadeiras na câmara dodeputados, pois essa união com os partidos se deu de forma muito clara no sentido de se dizer o apoio do partido em troca de um cargo no governo federal, ou seja, um Ministério para o partido, essa política de trocar de favores foi um fator marcante no governo de FHC pois lhe possibilitou aprovar quase todos os projetos de interesse do governo, sendo que 60% dos deputados votaram os projetos de acordo com a indicação do líder do governo na câmara entre esses estavam o projeto de reeleição para o cargo executivo,para termos uma idéia o governo apresentou 147 projetos e foram aprovados pelo congresso nacional132 ( 90%) o governo perdeu apenas em 15 (10%), com isso podemos ver a importância da base de apoio para que fossem defendidos os interesses do governo diante do congresso.
No governo FHC, alguns deputados mostraram maneiras diferentes na questão da fidelidade em relação ao programa de governo firmado do PSDB com os demais partidos sendo que de 60% de apoio cai para 56,4% e esse numero ainda tem uma variação pequena, mas que vai preocupar o governo na hora da votação, sendo assim podemos dizer que tinha de imediato 396 deputados que eram para votarem de acordo com o governo, mas devido o indisciplina dos deputados para com o governo e o partido esse número cai ainda mais para 318 ficando muito perto do numero de 306 que é o necessário para se ter aprovado um projeto na câmara de qual quer natureza, da oposição ou do governo e esses deviam seguir a ordem do líder do governo na hora da votação.
No setor econômico que foi o carro chefe da campanha de FHC e d vitória, ele dia que seria necessário diminuir as desigualdades sociais, a injustiça e melhora os demais setores de atuação do governo, passado a eleição o seu plano diz que a iniciativa privada deveria começar a ter mais espaço dentro o país e atuar em setores que devia ser melhor que o estado, ou seja, pretendia tira um pouco a responsabilidade do estado, pois o país precisava de uma economia forte e estabilizada e isso era fundamental para dar continuidade aos benefícios que foram conseguidos com o plano real, com esse discurso FHC consegui o apoio necessário para fazer as políticas de privatizações que ocorreram no seu governo e para justificar o dinheiro que pegou emprestado com o FMI, ai começa o governo a dizer que as privatizações eram para darem uma educação melhor, uma saúde de qualidade e também um equilíbrio na questão da previdência, ou seja, era o discurso de que isso iria diminuir as desigualdades e a injustiça no Brasil, e as empresas privadas poderiam assumir alguns setores como comunicações, energia e rodovias para um crescimento maiôs do país e uma melhoria na qualidade de vida da população
No campo da educação o governo de FHC deixou muito a desejar sendo que essa tinha suas decisões todas de acordo com a política do Banco Mundial, em quanto isso pesquisas mostravam que o governo precisava investir mais na educação de ensino médiodando uma melhor qualidade para essa parte da educação,mas o que se viu foi uma diminuição no campo de investimentos para o ensino médio, certo que duranteo seu governo foram criadas varias leis que visavam uma melhoria no campo da educação,mas essas nunca saíram do papel e era feitas por técnicos deixando assim um grande abismo entre o se tinha pensado o governoea realidade do ensino em todo o país,um outro fator que marco o seu governo foi dizer que a educação do ensino médio já devia deixar o aluno pronto para o mercado de trabalho fator que fez diminuir o numero de escolas profissionalizante e essa junção não sai do papel, diz também o ensino médio tem que trabalhar temas diversos com os seus aluno para formar cidadãosconscientes de seu espaço
Diante desse relato feito por Vaz o seu rei pode nos perguntar quem é mais selvagem os índios que tiveram de ser sujeitos aos portugueses, ficarem sem suas terras e trabalharem como escravos desse povo tão desconhecido, ou os portugueses que tanto prejudicaram os índios, aumentando ainda mais as intrigas existente entre as diferentes tribos para que estes fossem ser escravos do português ao perde a batalha. Os portugueses roubam e exploram todas as tribos existentes, sendo que também os índios tinham uma certa ambição e rixas que fortaleceu e muito a dominação destes pelos portugueses,o índio que estava acostumado a ter sua vida regulamentada pela natureza de onde tirava o necessário para sua sobrevivência, sem ter tanta preocupação com o fator econômico,não respeitando esse modo de vida os portugueses fazem com que as pessoas nativas fossem consideradas como preguiçosas e incompetentes para o trabalho, assim vemos que os nativos foram observado pelos invasores de forma muita etnocêntrica.um outro fator bem interessante neste projeto é que o índio não tinha sido lapidado pelos avanços tecnológicos aos quais os portugueses tinham passado,também é importante registra que isto não foi observado pelos portugueses aos chegarem no Brasil.
A literatura oficial tenta a todo o momento passar uma historia para consagra a separação dos índios das demais pessoas, ou seja, dos colonizadores e conseguintemente das gerações futuras, também tenta branda o contato violento que houve com os índios, menos esses sendo considerados selvagem, essa contradição esta presente nos livros de historia considerada como oficial,se observarmos no livro de Abreu este relato esta bem presente “[...]os potiguares da serra entretinham boas relações com os colonos que visitavam pacificamente as aldeias[...]”(Abreu,1998:67) também podemos encontra em alguns vezes frase se referindo aos portugueses como uma pessoa que estava preocupado com o bem estar do índio,mas se pegarmos um livro não ligadoa historia oficial já mostra a questão do contato do português para com o indígena de uma forma bem diferente da encontra no livro de Abreu,portanto observamos o que fala esse autor. “ na noite em que entre em ilhéus fui a pé dar em uma aldeia que estava a sete léguas da vila e a destruí,e matei todos os que quiseram resistir.na vinda fui queimando e destruindo todas as aldeias que ficaram para trás[...]”( Sezyhta,20003:21).portanto nós vemos neste relatos formas e visões diferentes da história indígena, portanto o contato poder ter sido mias brando em alguns regiões,mas isso não o impediu de terem suas rixas pois os índios tiveram seu espaço tomado e isso gera uma desputa pela terra que era fonte de vida para os índios e uma fonte econômica para os portugueses, com isso cria-se a questão da cultura indígena e a cultura portuguesa, sendo que o índio será caracterizado pela imagem do atraso, dos que andam nus, dos selvagens e das pessoas que não usa roupa,estas são as formas que são dadas ao índios pelos portugueses e ainda esta sendo perpetuada por alguns livros e escolas .
No entanto podemos nos perguntar o que será realmente a cultura indígena e se ela é estática, e ainda irmos mais longe e lembrar que cultura é sinal de civilização então porque a cultura indígena não pode ser considerada uma civilização,será por não ter esse uma força tecnológica muito grande para a população das aldeias que estes eram tidos como um ser selvagem. Em mais um dos sues relatos Abreu deixa claro a inferioridade ddo índio em relação aos portugueses “ finalmente os índios,por sua natural fraqueza e pelo ócio,descanso e liberdade em que se criaram,não são capazes de atuar por muito tempo o trabalho em que os portugueses fazem servir[..]”(Abreu,1998:126), portanto neste texto podemos ver com clarezaa descriminação com o modo de vida do índio e a sua tentativa de escravidão ao qual este ser foi acometido e que todo esse processo foi muito doloroso para o índio.
uma analise da visão indigena cnstruida pelo livro didatico
O índio é visto como aquela pessoa que está preso à natureza e ao discurso que foi elaborado e dominante européia com o apoio de escritores brasileiros, que perpetuaram o índio como um ser que tem direito apenas a desfrutar da natureza e não podendo esse ter uma vida melhor esta condenado a ficar preso ao atraso e não ter contato com os meios tecnológicos. Privando de toda comodidade da vida moderna a população indígena, sendo assim queremos rever esse conceito de que o índio e sinal de atraso e não conheci o progresso, com isso temos um outro fator preocupante e a questão do isolamento do índio dentro da mata sem contato com as demais populações, portanto esperamos que esse trabalho venha ajudar a trazer uma nova visão do indígena para a população escolar e depois das demais pessoas, lembra que o índio pode ser uma pessoa como qualquer outra e também ter as mesmas condições de vida das demais pessoas, tendo esse o direito de ter uma nova casa, um carro e ate mesmo mudar de vida, pois ele pode ser índio.
Sabemos que bem muito antes de 1500, ou seja, da chegada dos portugueses ao Brasil, já havia pessoas que habitavam essas terras,quando os portugueses chegam a este lugar tem um grande susto ao ver que já havia habitantes na terra,um outro incomodo para Portugal foi a questão da deferência de ver a vida dessas pessoas que habitavam esta terra em relação o Portugal, mas poderíamos dizer que esse choque era normal, este justo,pois sabemos que isso sempre acontece quando formas de vidas diferentes se encontram, mas quando se pensavam que este lugar talvez fosse desabitado, mas mesmo assim os portugueses procuram fazer contato com essas pessoas tão diferentes aos seus olhos,assim este procuram logo uma forma de dizer que essas pessoas não tem mais valor diante desses portugueses,sendo assim eles deram uma denominação de cultura indígena e cultura portuguesa, com isso cada um ficava no seu lugar sem que o índio tivesse o direito de se apropriar da cultura do português,mas este devia pegar a cultura indígena e ate fazer a miscigenação devido a falta de mulheres brancas,nos observamos essa descriminação na carta de pero Vaz de caminha, ele diz.”[...]ainda mas mi convenço que são como aves ou animais monteneses às quais o ar dar melhor penas e melhor cabelos[...]”( Maruqez,2001:12), sendo assim os portugueses começam a deixar um certo sentido de descriminação em relação ao indígena e passa para a posteridade um visão de forma negativa do índio que se torna de dono da terra passa a ser um escravo que a todo momento pode ser colocado par foradesse lugar, com isso o índio não pode ser visto de forma diferente de um ser selvagem.
É a parti desse momento que vai surgir a questão de ser civilizado, ou ser selvagem “tínhamos sentidos mais apurados, e intensidadede observação da natureza inconcebível para o homem civilizado” (Abreu,1998:22), ou seja os portugueses são as pessoas bem educadas e os índios os selvagens que comem os outros seres,muitos desses conceitos foram tirados apenas de costumes criados para servir como forma de boa conduta para com os seus superiores,sendo que por deixar de observa esses modo de vida voltado para a subordinação aos portugueses que os índios foram considerados seres selvagens,veja o que diz a carta de caminha “[...]eles entram e nem sinal de cortesia fizeram e nem falar para o capitão[...]”( Maruqez,2001:8), portanto podemos nos perguntar se só por causa disso o índio pode ser considerado um selvagem e que esse termo nuca possa acabar de rodear os povos que habitavam esta terra antes dos portugueses e foram rotulados como índios,e não mais como pessoa ou ser vivente e também filho de Deus.
Diante desse relato feito por Vaz o seu rei pode nos perguntar quem é mais selvagem os índios que tiveram de ser sujeitos aos portugueses, ficarem sem suas terras e trabalharem